Então.
Paris é uma cidade marcante.
Se você desce de trem a sujeira, os mendigos, a pixação e o amontoado de gente chegam a assustar. Principalmente quando se vem de uma cidade modelo, como Londres, Bruxelas ou algum outro TOP. A periferia também é terrível, se parece com Bangu I, ou pior, uma Alvorada com metrô.
Quanto mais próximo do centro, mais tranquilo fica (diferente de Porto Alegre, por exemplo): Mais policias; prédios mais cuidados; menos mendigos; mais qualidade em geral.
Bom, os monumentos são muito legais. O destaque, sem sombra de dúvida é o louvre. Os fãs de artes como pintura e escultura acham um prato cheio, os arqueólogos de plantão também.
O custo de vida é alto. Paga-se MUITO mais por um café ou uma refeição do que em outros países da zona do euro. O passe do metrô é mais caro que o de Londres, por menos tempo e um serviço não tão eficiente, mas ainda assim, integrado com trem e ônibus.
O balanço em si foi favorável. Há tanta coisa pra se fazer em Paris que creio que seria necessária mais uma semana para ajeitar tudo, até pq os museus fecham na terça feira. Por conta disso perdi muitas visitações que eu realmente queria ter feito :(
Bom, vamos as Statistics:
Coisas novas aprendidas: Várias também :D
Surpresas culturais agradáveis: 3
Decepções com alguma coisa: 5
Sonhos onde eu jogava Starcraft 2: 4
Número de repetições de máxima budista: 33
(L) chuveiro a gás: 7
Número de mendigos encontrados: 19
Número de amigos feitos: 0
Palavras em francês aprendidas: 10
Palavras em francês pronunciadas corretamente: 0
Animais domésticos soltos na rua: 0
Dificuldade de sobrevivência: 15%
Dificuldade de localização: 8%
Índice de insegurança pública: 27%
Satisfação total: 81%
Balanço geral (mas sem o gordinho chato aquele):
3º Lugar: Paris.
É bonita, culta mas extremamente cara. Tudo é pago, e num valor realmente de cidade turística. Há lugares muito legais de conhecer que ficam fora dos grandes focos. Com base na minha experiência recente posso afirmar também que:
1-Há quadros no louvre MUITO mais bonitos que a mona lisa, e sem aquele monte de gente em volta. Os de Pannini, por exemplo.
2-Há coisas MUITO mais bonitas do que a torre eiffel e pontos mais altos pra ver a cidade (montparnasse, por exemplo). Sem falar que é bonito no centro, pq a sujeira eles varrem pra baixo do tapete.
2º Lugar: Lisboa.
Lisboa é um lugar MUITO legal e tranquilo também. Tem atrações bem bacanas, como o oceanário. Infelizmente, dado ao curtíssimo espaço de tempo que lá passei, acabei conhecendo-a muito superficialmente, mas certamente é um lugar que merece mais atenção.
1º Lugar: Londres.
Bom Londres foi de todos os três passeios o mais proveitoso. Não parei um minuto e ainda assim faltou muita coisa pra ver. Há entretenimento o suficiente lá pras férias completas. Exposições, cinema, teatro (que não é uma coisa a qual estamos acostumados). O transporte público, mais uma vez, é impecável e tudo lá funciona.
Enfim. Eu, criatura racional que sou, não procurei apenas por beleza, mas sim por eficiência e foi em Londres que eu a encontrei quase em sua totalidade.
Ah sim, e (quase) tudo de graça: Museus, bibliotecas, a maioria das exposições.
Bom creio que seja esse o último post. Não haverão fotinhos do dia, pois elas estão trancafiadas no netbook, sem energia.
Espero que todos tenham gostado. Au revoir :)
DM
---Fim da transmissão---
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
3.4 - Ces't Fini
Hoje foi meu último dia em Paris.
Disposto a aproveitar esse dia no museu de história natural, rumei para a gare d'austerlitz de metrô.
EPIC FAIL. Não só a parte de paleontologia e anatomia comparatória (meu alvo primário) estava fechada, como também a grande galeria da evolução e os outros prédios, como de geologia e entomologia e o herbário estavam todos fechados pra visitação. Sim, parece que terça feira é dia de museu fechar aqui em Paris, já que o Louvre também encerra suas portas. O museu d'orsay era minha outra alternativa mas, com medo de outro Epic Fail, não fui.
Almocei num restaurante oriental que tinha perto, e resolvi então conhecer as áreas abertas de botânica do museu, e foi lá onde passei minha tarde. Muitas plantas catalogadas, muitas estufas. Passei a tarde toda procurando plantas conhecidas, mas os nomes estavam em francês e latim (o científico). Identifiquei poucas, como o cedro do líbano, o plátano e uma árvore do jardim alpino que tinha no zoo tycoon, mas esqueci o nome agora.
Por falar em zoo, o de Paris estava aberto. Não quis pagar a entrada, pois depois da decepção dos museus fechados, sinceramente não tinha muito saco pra passear num dia ensolarado. Daí resolvi circundar o zoo, como bom brasileiro, e ver se fotografava alguns animais de graça. Consegui três, sendo que dois foram uma conquista, pois não tinha conseguido vê-los no zoo de londres: O walabee e o panda vermelho.
Talvez a vagabundagem seja inerente aos pandas, pois esses passaram a tarde toda dormindo num galho, e um deles só se mexeu pra trocar de posição. Talvez estivesse ficando com escaras. São a foto do dia:

Feita a banda pela área verde do museu de hitória natural de Paris, porém lastimoso do Epic Fail. Fui comprar umas encomendas na Champs e de lá fui ao hotel, onde passei o restante da tarde arrumando as bagagens e esquematizando o retorno.
Despeço-me pois, passando a suma dos meus horários previstos, em hora local e, de lá, de minha main base, farei meu último post com os achievments de Paris e o balanço geral da operação.
Suma de Horários
*Paris - Lisboa
saída: 0635
chegada: 0800
*Lisboa - Brasília
saída: 0955
chegada: 1535
*Brasília - União das Repúblicas Socialistas RioGrandenses
saída: 1740
chegada: 2020
Disposto a aproveitar esse dia no museu de história natural, rumei para a gare d'austerlitz de metrô.
EPIC FAIL. Não só a parte de paleontologia e anatomia comparatória (meu alvo primário) estava fechada, como também a grande galeria da evolução e os outros prédios, como de geologia e entomologia e o herbário estavam todos fechados pra visitação. Sim, parece que terça feira é dia de museu fechar aqui em Paris, já que o Louvre também encerra suas portas. O museu d'orsay era minha outra alternativa mas, com medo de outro Epic Fail, não fui.
Almocei num restaurante oriental que tinha perto, e resolvi então conhecer as áreas abertas de botânica do museu, e foi lá onde passei minha tarde. Muitas plantas catalogadas, muitas estufas. Passei a tarde toda procurando plantas conhecidas, mas os nomes estavam em francês e latim (o científico). Identifiquei poucas, como o cedro do líbano, o plátano e uma árvore do jardim alpino que tinha no zoo tycoon, mas esqueci o nome agora.
Por falar em zoo, o de Paris estava aberto. Não quis pagar a entrada, pois depois da decepção dos museus fechados, sinceramente não tinha muito saco pra passear num dia ensolarado. Daí resolvi circundar o zoo, como bom brasileiro, e ver se fotografava alguns animais de graça. Consegui três, sendo que dois foram uma conquista, pois não tinha conseguido vê-los no zoo de londres: O walabee e o panda vermelho.
Talvez a vagabundagem seja inerente aos pandas, pois esses passaram a tarde toda dormindo num galho, e um deles só se mexeu pra trocar de posição. Talvez estivesse ficando com escaras. São a foto do dia:
Feita a banda pela área verde do museu de hitória natural de Paris, porém lastimoso do Epic Fail. Fui comprar umas encomendas na Champs e de lá fui ao hotel, onde passei o restante da tarde arrumando as bagagens e esquematizando o retorno.
Despeço-me pois, passando a suma dos meus horários previstos, em hora local e, de lá, de minha main base, farei meu último post com os achievments de Paris e o balanço geral da operação.
Suma de Horários
*Paris - Lisboa
saída: 0635
chegada: 0800
*Lisboa - Brasília
saída: 0955
chegada: 1535
*Brasília - União das Repúblicas Socialistas RioGrandenses
saída: 1740
chegada: 2020
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
3.3 - Findi
Sábado, 07.08- Resolvi viver a vida como um pariesiense. Acordei e retornei aos magníficos jardins de luxemburgo e passei o dia lá. Alimentei-me jogado na grama, logo após dei um passeio rápido (sim, o jardim é bem extenso) e me recostei em um banco, onde fiquei observando as estátuas, os pássaros e fazendo desenhos. Logo após dirigi-me a um banco onde repousei, caindo adormecido.
Creio que cochilei por uma hora, ou duas, usando minha mochila como travesseiro. Acostumado que estava com os parques de Porto Alegre, onde qualquer cochilo pode ser fatal. Não foi necessário, ao acordar vi que as mesmas pessoas estavam nos mesmos lugares, o que inclui os guardas.
Talvez a cara de homem bomba tenha ajudado em manter a polícia me vigiando :)
Após o cochilo, findou-se o dia sem nada de novo no front.
Domingo, 08.08- Ontem retornei a Notre Dame. No caminho peguei mais um potão do magnífico sorvete artesanal que tem na rua st germain, e dessa vez acertei a framboesa. LOL, muito bom, apesar da baunilha estar com um gosto diferente da primeira vez. Muitas pessoas não sabem o que é uma baunilha mas eu, meus súditos mortais, vos explicarei, iluminando com minha sabedoria infinita as trevas de vossa débil ignorância: A baunilha nada mais é que a semente de uma espécie de orquídea. Sim, ela fica lá, guardadinha numa vagem até que algum idiota resolva arrancar-la, esmaga-la e misturar aos doces, nesse caso, ao sorvete.
Mas voltando a Notre Dame: Novamente cheguei tarde, a fila era imensa, e arrastava-se na velocidade de uma lesma cega. Ownei ela externamente e ao invés de entrar, resolvi penetrar nas mais obscuras criptas ao sopé da famosa igreja. Epic fail. As criptas não eram, infelizmente, os mais soturnos e macabros depósitos de esqueletos os quais eu queria conhecer, mas sim criptas arqueológicas (talvez seja um termo francês pra SÍTIO arqueológico). Passei um bom tempo vendo as ruínas subterrâneas que tem por baixo da catedral. Quando voltei, lógico, a fila era maior e o tempo novamente estava com cara de chuva. Levemente irritado pelas criptas não conterem corpos e por acabar não adentrando nas mais recônditas câmaras Notredamenses, retornei ao hotel e passei o resto da noite, raivoso, upando fotos no orkut.
Segunda, 09.08- Milagrosamente acordei cedo e fui ao louvre. Passei na padaria habitual e peguei dois croissants pra comer na viagem. Não consegui comer no metrô pois não gosto de gente me olhando. Não consegui comer na fila de entrada pois estava pequena e rápida.
Bom, acabei fazendo meu desjejum as 11:30, pois não é bacana comer no meio das exposições do museu. Permaneci no louvre das 09:30 até as 16:00, aproximadamente. É incrível. As coleções de estátuas, pinturas, artigos de arqueologia. Muita, MUITA coisa. O mais incrível é passar esse tempo todo dentro do museu e, ao sair, se deparar com câmaras que ainda não tinha sido vistas. Certamente negligenciei muita coisa, principalmente no segundo andar, na parte das pinturas. Ao fim da jornada arrastava-me cansado e faminto, principalmente depois de disputar com uma horda de outros turistas um espacinho nas estrelinhas do museu, como a mona lisa, a venus de milo e outros. A mona lisa é meio tensa de se analisar, pois além de ter um cordão de isolamento de uns cinco metros, ainda tem os chineses, espanhóis, argentinos e outros turistas de nacionalidades malditas que não sabem esperar a vez e ficam se empurrando. A venus de milo foi mais tranquila, ela fica num canto todo obscuro das estátuas gregas, o povo vai, vê ela e cai fora. Eu tive a sorte de ter SÓ dois grupos de excursão entre eu e ela, portanto consegui owná-la bem direitinho até, como podem ver na foto:

Enfim. Chegados aos 3% de life e 0% de mana, abandonei a quest e fui comer algo. Entre restaurantes árabes, gregos, orientais e italianos, fiquei com o mc donalds, não queria arriscar e pegar algo cru ou algo caro e pequeno denovo. Descobri que o nosso mc donalds é melhor que o deles, apesar de proporcionalmente mais caro.
Bom, após essa breve pausa para o lanche (e recuperar 243 health and mana over 21 sec) dei uma volta pelo shoppingzinho que tem dentro do louvre e depois fui ao parque que tem próximo ao museu. Dia de sol, muitas pessoas deitadas na grama, deitei-me em um lugar menos confortável, um dos bancos, para um cochilo rápido (sim, pois se eu fico em lugares confortáveis durmo ad eternum). Após uns 40 minutos de cochilo, acordo e saio na direção de um bistrô, para recuperar o health e mana que faltava. Pedi um doce lá na real era uma salada de frutas com sorvete de manga. Tinha outro sabor de sorvete junto, mas não sei o que era. Delicioso.
Terminada a refeição, houve meu retorno ao hotel.
Bom, deixo-vos com a fotinho do dia:

Tenso de chegar perto. Talvez dando um zoom na foto :)
Creio que cochilei por uma hora, ou duas, usando minha mochila como travesseiro. Acostumado que estava com os parques de Porto Alegre, onde qualquer cochilo pode ser fatal. Não foi necessário, ao acordar vi que as mesmas pessoas estavam nos mesmos lugares, o que inclui os guardas.
Talvez a cara de homem bomba tenha ajudado em manter a polícia me vigiando :)
Após o cochilo, findou-se o dia sem nada de novo no front.
Domingo, 08.08- Ontem retornei a Notre Dame. No caminho peguei mais um potão do magnífico sorvete artesanal que tem na rua st germain, e dessa vez acertei a framboesa. LOL, muito bom, apesar da baunilha estar com um gosto diferente da primeira vez. Muitas pessoas não sabem o que é uma baunilha mas eu, meus súditos mortais, vos explicarei, iluminando com minha sabedoria infinita as trevas de vossa débil ignorância: A baunilha nada mais é que a semente de uma espécie de orquídea. Sim, ela fica lá, guardadinha numa vagem até que algum idiota resolva arrancar-la, esmaga-la e misturar aos doces, nesse caso, ao sorvete.
Mas voltando a Notre Dame: Novamente cheguei tarde, a fila era imensa, e arrastava-se na velocidade de uma lesma cega. Ownei ela externamente e ao invés de entrar, resolvi penetrar nas mais obscuras criptas ao sopé da famosa igreja. Epic fail. As criptas não eram, infelizmente, os mais soturnos e macabros depósitos de esqueletos os quais eu queria conhecer, mas sim criptas arqueológicas (talvez seja um termo francês pra SÍTIO arqueológico). Passei um bom tempo vendo as ruínas subterrâneas que tem por baixo da catedral. Quando voltei, lógico, a fila era maior e o tempo novamente estava com cara de chuva. Levemente irritado pelas criptas não conterem corpos e por acabar não adentrando nas mais recônditas câmaras Notredamenses, retornei ao hotel e passei o resto da noite, raivoso, upando fotos no orkut.
Segunda, 09.08- Milagrosamente acordei cedo e fui ao louvre. Passei na padaria habitual e peguei dois croissants pra comer na viagem. Não consegui comer no metrô pois não gosto de gente me olhando. Não consegui comer na fila de entrada pois estava pequena e rápida.
Bom, acabei fazendo meu desjejum as 11:30, pois não é bacana comer no meio das exposições do museu. Permaneci no louvre das 09:30 até as 16:00, aproximadamente. É incrível. As coleções de estátuas, pinturas, artigos de arqueologia. Muita, MUITA coisa. O mais incrível é passar esse tempo todo dentro do museu e, ao sair, se deparar com câmaras que ainda não tinha sido vistas. Certamente negligenciei muita coisa, principalmente no segundo andar, na parte das pinturas. Ao fim da jornada arrastava-me cansado e faminto, principalmente depois de disputar com uma horda de outros turistas um espacinho nas estrelinhas do museu, como a mona lisa, a venus de milo e outros. A mona lisa é meio tensa de se analisar, pois além de ter um cordão de isolamento de uns cinco metros, ainda tem os chineses, espanhóis, argentinos e outros turistas de nacionalidades malditas que não sabem esperar a vez e ficam se empurrando. A venus de milo foi mais tranquila, ela fica num canto todo obscuro das estátuas gregas, o povo vai, vê ela e cai fora. Eu tive a sorte de ter SÓ dois grupos de excursão entre eu e ela, portanto consegui owná-la bem direitinho até, como podem ver na foto:
Enfim. Chegados aos 3% de life e 0% de mana, abandonei a quest e fui comer algo. Entre restaurantes árabes, gregos, orientais e italianos, fiquei com o mc donalds, não queria arriscar e pegar algo cru ou algo caro e pequeno denovo. Descobri que o nosso mc donalds é melhor que o deles, apesar de proporcionalmente mais caro.
Bom, após essa breve pausa para o lanche (e recuperar 243 health and mana over 21 sec) dei uma volta pelo shoppingzinho que tem dentro do louvre e depois fui ao parque que tem próximo ao museu. Dia de sol, muitas pessoas deitadas na grama, deitei-me em um lugar menos confortável, um dos bancos, para um cochilo rápido (sim, pois se eu fico em lugares confortáveis durmo ad eternum). Após uns 40 minutos de cochilo, acordo e saio na direção de um bistrô, para recuperar o health e mana que faltava. Pedi um doce lá na real era uma salada de frutas com sorvete de manga. Tinha outro sabor de sorvete junto, mas não sei o que era. Delicioso.
Terminada a refeição, houve meu retorno ao hotel.
Bom, deixo-vos com a fotinho do dia:
Tenso de chegar perto. Talvez dando um zoom na foto :)
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
3.2 - OWNED (6)
Dia 04.08
A banda de quarta-feira foi despretensiosa: Louvre. Como cheguei tarde, não quis pegar a fila. Parecia o INSS, com a diferença que a fila era no sol. Tirei umas fotos por lá mesmo, e resolvi agendar a visita pra outro dia, mais cedo de preferencia. Saí passeando então pelos jardins do louvre, praça de la concorde e, ao infinito e além, pela Champs Elysees até o arco do triunfo. Muito tempo de caminhada, lojas nunca antes vistas, preços nunca antes imaginados depois: Chego no arco :)
Gigantique o negócio. A estrutura é imensa. Edificações em pedra, pra mim, são as mais fascinantes. Talvez por isso não me sinta tão atraído por coisas como a torre eiffel por exemplo. As esculturas gravadas na pedra, os encaixes dos blocos um sobre os outros, é algo que exige um profissionalismo tão grande que eu acho espetacular. Tirei algumas fotos do arco, me questionando como as pessoas atravessavam a rua de 6 pistas, sem semáforo. Após lastimar (e não perguntar pra ninguém) fui embora. Retornei pelo outro lado da Champs, dei informação (LOL) pra um casal de chineses que estavam perdidos, e voltei pela rivoli. Bem interessante, passei pela loja da Omega (RED, morrerão todos); pela da rolex, com relógios de 25k de euros e pela lojinha da peageout (sei lá como escreve essa porr*) e tirei foto dos carros -mui alienígenas- conceito deles. Visto isso voltei para o hotel.
Dia 05.08
Hoje resolvi visitar "aquele troço lá" (também conhecido como "torre eiffel").
Visto isso, peguei dois metrôs, a linha 5, até bastille e a 1 até a -pedigree-Champs elysees. Desci lá, bem faceiro e descobri (lol) um dia depois como ir pra baixo do arco do triunfo. Atravessei a maligna passagem subterrânea e, como podem ver, ownei o arco do triunfo também:

Após owná-lo, tomei meu rumo em direção "áquele troço lá" e, depois de uns 30 minutos de caminhada e dois desvios inesperados de rota, cheguei.
É uma estrutura impressionate, apesar de tudo, ouso dizer que é, de longe, a estrutura mais feia de Paris :)
Passei um pouco por baixo, e pelos arredores, dela, tirei umas fotos e, lógico, a ownei também:

Como a fila pra subir nela era quiLOLmétrica, não quis encarar a função, me contentei em sentar na grama e ficar observando-a. Depois de um tempo ownando o principal símbolo francês, rumei ao que interessa: Os campos de marte > A escola militar > o museu do exército. Passei o tempo lá vendo as coisas interessantes que só os museus repletos de coisas bélicas têm a oferecer. Visto isso, retornei através da ponte Alexandre III, erguida em homenagem ao famoso czar russo, e findou-se o dia.
Dia 06.08
Hoje eu cheguei na estação da bastille mais ou menos a uma hora. Comi um entrecot (sim estava passado) e depois rumei a pé até o palácio e jardins de luxemburgo. Essa parte de Paris é muito legal, pois tem umas ruas e vielinhas muito entrecortadas e caóticas, o que faz com que mesmo os mais malignos cartógrafos darthmellianos se percam. Após umas três pausas para consulta de mapas, cheguei no local.
Bom, muito muito bonito o lugar. Tirei incontáveis fotos, inclusive da árvore de gicko biLOLba, que realmente existe :)
Muitos corvos e muitas árvores depois, rumei em direção ao Pantheon, o qual ingressei e passei o restante da tarde lá dentro, fotografando sua estrutura magnífica e as tumbas de pessoas importantes, como Voltaire ou Jean-Jaques Rosseau.
A fotinho do dia é o terceiro OWNED:

Que é a pirâmide de vidro do louvre, dá pra ver ela bem no cantinho ali :p
A banda de quarta-feira foi despretensiosa: Louvre. Como cheguei tarde, não quis pegar a fila. Parecia o INSS, com a diferença que a fila era no sol. Tirei umas fotos por lá mesmo, e resolvi agendar a visita pra outro dia, mais cedo de preferencia. Saí passeando então pelos jardins do louvre, praça de la concorde e, ao infinito e além, pela Champs Elysees até o arco do triunfo. Muito tempo de caminhada, lojas nunca antes vistas, preços nunca antes imaginados depois: Chego no arco :)
Gigantique o negócio. A estrutura é imensa. Edificações em pedra, pra mim, são as mais fascinantes. Talvez por isso não me sinta tão atraído por coisas como a torre eiffel por exemplo. As esculturas gravadas na pedra, os encaixes dos blocos um sobre os outros, é algo que exige um profissionalismo tão grande que eu acho espetacular. Tirei algumas fotos do arco, me questionando como as pessoas atravessavam a rua de 6 pistas, sem semáforo. Após lastimar (e não perguntar pra ninguém) fui embora. Retornei pelo outro lado da Champs, dei informação (LOL) pra um casal de chineses que estavam perdidos, e voltei pela rivoli. Bem interessante, passei pela loja da Omega (RED, morrerão todos); pela da rolex, com relógios de 25k de euros e pela lojinha da peageout (sei lá como escreve essa porr*) e tirei foto dos carros -mui alienígenas- conceito deles. Visto isso voltei para o hotel.
Dia 05.08
Hoje resolvi visitar "aquele troço lá" (também conhecido como "torre eiffel").
Visto isso, peguei dois metrôs, a linha 5, até bastille e a 1 até a -pedigree-Champs elysees. Desci lá, bem faceiro e descobri (lol) um dia depois como ir pra baixo do arco do triunfo. Atravessei a maligna passagem subterrânea e, como podem ver, ownei o arco do triunfo também:
Após owná-lo, tomei meu rumo em direção "áquele troço lá" e, depois de uns 30 minutos de caminhada e dois desvios inesperados de rota, cheguei.
É uma estrutura impressionate, apesar de tudo, ouso dizer que é, de longe, a estrutura mais feia de Paris :)
Passei um pouco por baixo, e pelos arredores, dela, tirei umas fotos e, lógico, a ownei também:
Como a fila pra subir nela era quiLOLmétrica, não quis encarar a função, me contentei em sentar na grama e ficar observando-a. Depois de um tempo ownando o principal símbolo francês, rumei ao que interessa: Os campos de marte > A escola militar > o museu do exército. Passei o tempo lá vendo as coisas interessantes que só os museus repletos de coisas bélicas têm a oferecer. Visto isso, retornei através da ponte Alexandre III, erguida em homenagem ao famoso czar russo, e findou-se o dia.
Dia 06.08
Hoje eu cheguei na estação da bastille mais ou menos a uma hora. Comi um entrecot (sim estava passado) e depois rumei a pé até o palácio e jardins de luxemburgo. Essa parte de Paris é muito legal, pois tem umas ruas e vielinhas muito entrecortadas e caóticas, o que faz com que mesmo os mais malignos cartógrafos darthmellianos se percam. Após umas três pausas para consulta de mapas, cheguei no local.
Bom, muito muito bonito o lugar. Tirei incontáveis fotos, inclusive da árvore de gicko biLOLba, que realmente existe :)
Muitos corvos e muitas árvores depois, rumei em direção ao Pantheon, o qual ingressei e passei o restante da tarde lá dentro, fotografando sua estrutura magnífica e as tumbas de pessoas importantes, como Voltaire ou Jean-Jaques Rosseau.
A fotinho do dia é o terceiro OWNED:
Que é a pirâmide de vidro do louvre, dá pra ver ela bem no cantinho ali :p
terça-feira, 3 de agosto de 2010
3.1 - Paris
Os primeiros dias de Paris foram, de certa forma, tensos. Mais tensos que os primeiros dias de Londres.
Dia 01.08: Chegada via eurostar: Congestionamento de trens na Gare du Nord, atraso estimado em uma hora e meia. Após comprar meu 5 days pass do metrô não consegui fazer ele passar na máquina lá e acabei pulando a roleta pra poder entrar na rede.
Bom o metrô é terrível, pior que o trensurb. Acostumado que estava com o melhor sistema de transporte público da europa, em Londres, achei o de Paris terrível, obsoleto e abandonado. Além de sujo e mal cuidado, os trens são velhos e a porta só abre manualmente, com uma alavanca. Desnecessário dizer que aviso sonoro e display digital que nem Londres nem pensar.
Cheguei no hotel eram quase 9 da noite, ainda claro pois é verão, e descobri que minha reserva tinha sido cancelada pois o cartão não tinha passado. Por sorte o quarto ainda estava vago e o hotel fez pelo mesmo preço da promoção (A).
Bom o hotel é maravilhoso, três estrelas, limpo bem cuidado e com um serviço excelente. BEM diferente do último por onde passei. Visto isso, tomei um banho e fiquei por aqui.
Dia 02.08: Acordei e o dia estava terrível. Nublado, frio e com chuvas esparsas. Sem a menor vontade de passear com esse tempo resolvi sair pra tomar um café somente. Fui a Stalingrad (6). Não, infelizmente não foi A Stalingrad, AQUELA, maligna e sim uma estação de metrô próxima batizada em homenagem à glorios Stalingrad. E sim, só fui lá por conta do nome :D
Bom, tomei o meu café e dei uma banda pela redondeza. Infelizmente o monumento que tem na praça de Stalingrad estava em reformas, então não deu pra fotografá-lo, somente a fonte e a placa da estação pude recordar.

Morram de inveja americanos, não há nada aqui que lembre a campanha ridícula de vocês (6)
Dia 03.08:
Hoje acordei e resolvi não tomar café. Seis euros não é algo que valha a pena por um cafézinho e um croissant. E rumei para a estação da Bastilha. Achei que ia ter coisa lá o suficiente pra um dia todo. Enganei-me e depois de uns 25 minutos não havia mais nada pra ver. Então saí rumando, a esmo, e cheguei num lugar chamado praça des vosges, muito bonita por sinal. De lá peguei a st antoine e uma parte da rivoli, quando vi já estava perto do hotel de ville. Tirei umas fotos e resolvi comer.
Bom. Um dos problemas de comer na europa é que aqui eles não têm buffets. Normalmente países que passaram fome com guerras mundiais e guerras civis não desperdiçam comida que nem o Brasil, por isso comida aqui só a la carte. Depois de muito procurar por um lugar cujo menu também constasse o inglês, cheguei a um lugar. Dentre os pratos procurei o preço e achei um dos mais acessíveis: Tartare de boeuf couteau. Rapidamente ligando a palavra "tartare" ao "tártaro", o molho AQUELE, pedi sem pestanejar. Qual a minha surpresa quando o garçom me traz um bolo de carne moída com uma gema de ovo em cima. Estranhei mas resolvi comer. A despeito do gosto fortíssimo do molho de mostarda (não tártaro), orégano, cebola e outros condimentos, pude perceber que a carne estava fria. Estranhando muito, mas com a pose de um czar russo, confiantemente continuei comendo. A carne parecia-me mal passada, quase crua até. Resolvi estourar a gema e misturar com a carne, e a gema escorria com uma fluidez pelo prato que só me veio uma palavra na mente: "crua". Mas não tinha certeza de tal fato, afinal, ninguém em sã consciência serviria um prato cru. Apesar das desconfianças comi, com a altivez de um autêntico Romanov e, confesso-vos, que o gosto não é de todo ruim: Tem tanta mostarda e cebola que o resto nem se nota.
Resolvendo não sair do restaurante sem uma boa lembrança, pedi um doce do menu. Dos cinco doces, três eu não fazia idéia do que eram, mesmo traduzidos pro inglês e então resolvi pedir um bolo de chocolate com sorvete de baunilha. BOM. Apesar de pequeno, MUITO bom. O bolinho nada mais era que uma casca crocante de bolo de chocolate com um recheio de chocolate puro, que fora previamente aquecido para ficar derretido. Depois de adorar a sobremesa saí pra passear denovo.
Dei uma banda pelas ilhas do meio do sena, o que inclui a de Notre Dame. Como não era o planejado entrar na dita catedral pro dia de hoje, apenas admirei-a por fora. Tirei uma fotos e fui na praça que tem atrás dela. Tirei mais fotos da fonte gótica muito bala que tem lá, entrei num memorial sobre as deportações da segunda guerra e no mais fique passeando pelas margens do sena até o momento que passei em frente a uma sorveteria artesanal. Estava tudo em italiano e francês, então pedi limão, baunilha e um vermelho que não sabia o que era, mas deduzi que seria morango ou framboesa (qualquer um dos dois devia ser bom). Nossa... em vinte e seis anos de vida não encontrei nada que se igualasse ao sabor desses sorvetes. Não consigo sequer descrever, pois nada que eu tenha provado no Brasil sequer reflete o sabor deles pra que vocês possam assimilar a informação, mas é maravilhoso o negócio. Espero também que todos morram de inveja, pois enquanto todos trabalhavam loucamente aí no Brasil gelado eu estava caminhando ao sol, às margens do Sena, desfrutando de um maravilhoso sorvete artesanal e apreciando a paisagem. Depois de um belo dia de passeio, consegui retirar parte das primeiras negativíssimas impressões que tive sobre Paris e resolvi vir pro hotel.
E sim, chegando agora na internet confirmei: Tanto a carne quanto a gema estavam realmente cruas. Portanto, caso eu morra de Neurocisticercose; Encefalopatia Espongiforme ou uma simples infecção por salmonella, todos já sabem a origem:

Agora todos sabem que os tártaros da europa comem carne crua :D
Dia 01.08: Chegada via eurostar: Congestionamento de trens na Gare du Nord, atraso estimado em uma hora e meia. Após comprar meu 5 days pass do metrô não consegui fazer ele passar na máquina lá e acabei pulando a roleta pra poder entrar na rede.
Bom o metrô é terrível, pior que o trensurb. Acostumado que estava com o melhor sistema de transporte público da europa, em Londres, achei o de Paris terrível, obsoleto e abandonado. Além de sujo e mal cuidado, os trens são velhos e a porta só abre manualmente, com uma alavanca. Desnecessário dizer que aviso sonoro e display digital que nem Londres nem pensar.
Cheguei no hotel eram quase 9 da noite, ainda claro pois é verão, e descobri que minha reserva tinha sido cancelada pois o cartão não tinha passado. Por sorte o quarto ainda estava vago e o hotel fez pelo mesmo preço da promoção (A).
Bom o hotel é maravilhoso, três estrelas, limpo bem cuidado e com um serviço excelente. BEM diferente do último por onde passei. Visto isso, tomei um banho e fiquei por aqui.
Dia 02.08: Acordei e o dia estava terrível. Nublado, frio e com chuvas esparsas. Sem a menor vontade de passear com esse tempo resolvi sair pra tomar um café somente. Fui a Stalingrad (6). Não, infelizmente não foi A Stalingrad, AQUELA, maligna e sim uma estação de metrô próxima batizada em homenagem à glorios Stalingrad. E sim, só fui lá por conta do nome :D
Bom, tomei o meu café e dei uma banda pela redondeza. Infelizmente o monumento que tem na praça de Stalingrad estava em reformas, então não deu pra fotografá-lo, somente a fonte e a placa da estação pude recordar.
Morram de inveja americanos, não há nada aqui que lembre a campanha ridícula de vocês (6)
Dia 03.08:
Hoje acordei e resolvi não tomar café. Seis euros não é algo que valha a pena por um cafézinho e um croissant. E rumei para a estação da Bastilha. Achei que ia ter coisa lá o suficiente pra um dia todo. Enganei-me e depois de uns 25 minutos não havia mais nada pra ver. Então saí rumando, a esmo, e cheguei num lugar chamado praça des vosges, muito bonita por sinal. De lá peguei a st antoine e uma parte da rivoli, quando vi já estava perto do hotel de ville. Tirei umas fotos e resolvi comer.
Bom. Um dos problemas de comer na europa é que aqui eles não têm buffets. Normalmente países que passaram fome com guerras mundiais e guerras civis não desperdiçam comida que nem o Brasil, por isso comida aqui só a la carte. Depois de muito procurar por um lugar cujo menu também constasse o inglês, cheguei a um lugar. Dentre os pratos procurei o preço e achei um dos mais acessíveis: Tartare de boeuf couteau. Rapidamente ligando a palavra "tartare" ao "tártaro", o molho AQUELE, pedi sem pestanejar. Qual a minha surpresa quando o garçom me traz um bolo de carne moída com uma gema de ovo em cima. Estranhei mas resolvi comer. A despeito do gosto fortíssimo do molho de mostarda (não tártaro), orégano, cebola e outros condimentos, pude perceber que a carne estava fria. Estranhando muito, mas com a pose de um czar russo, confiantemente continuei comendo. A carne parecia-me mal passada, quase crua até. Resolvi estourar a gema e misturar com a carne, e a gema escorria com uma fluidez pelo prato que só me veio uma palavra na mente: "crua". Mas não tinha certeza de tal fato, afinal, ninguém em sã consciência serviria um prato cru. Apesar das desconfianças comi, com a altivez de um autêntico Romanov e, confesso-vos, que o gosto não é de todo ruim: Tem tanta mostarda e cebola que o resto nem se nota.
Resolvendo não sair do restaurante sem uma boa lembrança, pedi um doce do menu. Dos cinco doces, três eu não fazia idéia do que eram, mesmo traduzidos pro inglês e então resolvi pedir um bolo de chocolate com sorvete de baunilha. BOM. Apesar de pequeno, MUITO bom. O bolinho nada mais era que uma casca crocante de bolo de chocolate com um recheio de chocolate puro, que fora previamente aquecido para ficar derretido. Depois de adorar a sobremesa saí pra passear denovo.
Dei uma banda pelas ilhas do meio do sena, o que inclui a de Notre Dame. Como não era o planejado entrar na dita catedral pro dia de hoje, apenas admirei-a por fora. Tirei uma fotos e fui na praça que tem atrás dela. Tirei mais fotos da fonte gótica muito bala que tem lá, entrei num memorial sobre as deportações da segunda guerra e no mais fique passeando pelas margens do sena até o momento que passei em frente a uma sorveteria artesanal. Estava tudo em italiano e francês, então pedi limão, baunilha e um vermelho que não sabia o que era, mas deduzi que seria morango ou framboesa (qualquer um dos dois devia ser bom). Nossa... em vinte e seis anos de vida não encontrei nada que se igualasse ao sabor desses sorvetes. Não consigo sequer descrever, pois nada que eu tenha provado no Brasil sequer reflete o sabor deles pra que vocês possam assimilar a informação, mas é maravilhoso o negócio. Espero também que todos morram de inveja, pois enquanto todos trabalhavam loucamente aí no Brasil gelado eu estava caminhando ao sol, às margens do Sena, desfrutando de um maravilhoso sorvete artesanal e apreciando a paisagem. Depois de um belo dia de passeio, consegui retirar parte das primeiras negativíssimas impressões que tive sobre Paris e resolvi vir pro hotel.
E sim, chegando agora na internet confirmei: Tanto a carne quanto a gema estavam realmente cruas. Portanto, caso eu morra de Neurocisticercose; Encefalopatia Espongiforme ou uma simples infecção por salmonella, todos já sabem a origem:

Agora todos sabem que os tártaros da europa comem carne crua :D
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
2.5 - Achievments & Statistics
Bah não tenho o que reclamar sobre Londres.
O sistema de transporte é excelente. O custo de vida é bem em conta e a segurança na rua é sem precedentes.
Muitas coisas me chamaram a atenção pelo contraste: O trânsito hiper caótico, mas uma educação dos motoristas surpreendente. A quantidade exorbitante de imigrantes. A de muçulmanos é a mais chocante, é muito estranho ver aquelas mulheres em vestidos pretos fazendo picnic sentadas na grama com as crianças ou dando comida pros patos no lago, rindo e levando vidas comuns, pois é bem diferente da visão que a gente tem da tv. A quantidade de memoriais e estátuas é surpreendente. E o fato deles estarem em um impecável estado de conservação é impressionante também.
A cultura é imensa e o melhor de tudo: Grátis. O british; o museu de guerra; o de ciências (que infelizmente não pude ir); o de história natural; a biblioteca. Todos gratuitos e de uma excelente qualidade. Os parques são imensos, maravilhosos e bem cuidados, com espaço pras pessoas, pros animais e pra prática de esportes ou picnics. As diferenças são gritantes.
Não consigo me lembrar, em momento algum de alguma reclamação ou algo que tenha me deixado insatisfeito sobre a cidade. Nada lá me aborreceu e, até o momento de partir, a felicidade foi constante. Se eu tivesse passado os 20 dias em Londres acho que não me cansaria da cidade.
As pessoas são incrivelmente solícitas e a despeito da relativa dificuldade de comunicação, tudo fluiu naturalmente. É um mito a imagem fria que temos dos britânicos, todos a quem me dirigi foram extremamente simpáticos e risonhos.
"Brazil! É de onde o nosso café vem!" e coisas do tipo.
E sim, os europeus são extremamente cultos. Aposto todas as minhas libras que sobraram como eu nunca vou ter, no Brasil, conversas como as que eu tive aqui.
Enfim, good bye London. E vocês, caros internetespectadores, ficam com uma fotinho, como de costume, e as estatísticas.
Statistics rápidas de Londres:
Gafes estadunidenses de linguagem: 3 (a saber: soccer-football; cell phone-mobile; vacations-holidays)
Coisas novas aprendidas: Várias :D
Olhares de desejo pro box de Starcraft 2: 15
Número de repetições de máxima budista: 27
Número de pragas rogadas ao chuveiro a gás: 0
Número de mendigos encontrados: 1
Número de amigos feitos: 2
Número de idiomas ouvidos: 8
Número de idiomas identificados: 5
Animais domésticos soltos na rua: 0
Dificuldade de sobrevivência: 2%
Dificuldade de localização: 2%
Índice de insegurança pública: 1%
Satisfação total: 99%
Foto do dia:

Que fofinhooooo o dragão de komodo! (6)
PORQUE eu não posso ter um??? ¬¬
O sistema de transporte é excelente. O custo de vida é bem em conta e a segurança na rua é sem precedentes.
Muitas coisas me chamaram a atenção pelo contraste: O trânsito hiper caótico, mas uma educação dos motoristas surpreendente. A quantidade exorbitante de imigrantes. A de muçulmanos é a mais chocante, é muito estranho ver aquelas mulheres em vestidos pretos fazendo picnic sentadas na grama com as crianças ou dando comida pros patos no lago, rindo e levando vidas comuns, pois é bem diferente da visão que a gente tem da tv. A quantidade de memoriais e estátuas é surpreendente. E o fato deles estarem em um impecável estado de conservação é impressionante também.
A cultura é imensa e o melhor de tudo: Grátis. O british; o museu de guerra; o de ciências (que infelizmente não pude ir); o de história natural; a biblioteca. Todos gratuitos e de uma excelente qualidade. Os parques são imensos, maravilhosos e bem cuidados, com espaço pras pessoas, pros animais e pra prática de esportes ou picnics. As diferenças são gritantes.
Não consigo me lembrar, em momento algum de alguma reclamação ou algo que tenha me deixado insatisfeito sobre a cidade. Nada lá me aborreceu e, até o momento de partir, a felicidade foi constante. Se eu tivesse passado os 20 dias em Londres acho que não me cansaria da cidade.
As pessoas são incrivelmente solícitas e a despeito da relativa dificuldade de comunicação, tudo fluiu naturalmente. É um mito a imagem fria que temos dos britânicos, todos a quem me dirigi foram extremamente simpáticos e risonhos.
"Brazil! É de onde o nosso café vem!" e coisas do tipo.
E sim, os europeus são extremamente cultos. Aposto todas as minhas libras que sobraram como eu nunca vou ter, no Brasil, conversas como as que eu tive aqui.
Enfim, good bye London. E vocês, caros internetespectadores, ficam com uma fotinho, como de costume, e as estatísticas.
Statistics rápidas de Londres:
Gafes estadunidenses de linguagem: 3 (a saber: soccer-football; cell phone-mobile; vacations-holidays)
Coisas novas aprendidas: Várias :D
Olhares de desejo pro box de Starcraft 2: 15
Número de repetições de máxima budista: 27
Número de pragas rogadas ao chuveiro a gás: 0
Número de mendigos encontrados: 1
Número de amigos feitos: 2
Número de idiomas ouvidos: 8
Número de idiomas identificados: 5
Animais domésticos soltos na rua: 0
Dificuldade de sobrevivência: 2%
Dificuldade de localização: 2%
Índice de insegurança pública: 1%
Satisfação total: 99%
Foto do dia:
Que fofinhooooo o dragão de komodo! (6)
PORQUE eu não posso ter um??? ¬¬
domingo, 1 de agosto de 2010
2.4 - Departure
Então... Ontem resolvi deixar de ser bixo do mato e interagir com meus vizinhos, daí fui pegar comida na lanchonete ao lado do hotel e identifiquei outros hóspedes ali.
Havia um jovem casal, que falava numa lingua estranha, mas em inglês, conversavam com o cara do hotel sobre futebol e cricket. Resolvi me intrometer e falar com todos, na esperança que a lingua estranha fosse russo.
Bom, eram alemães, mas ainda assim boas pessoas. Passamos a noite conversando sobre as diferenças dos países... Inglaterra, Alemanha e..... Brasil...
Claramente em desvantagem tecnica por conta da má administração do meu país de origem, depois de um certo tempo consegui reverter a conversa para música, religião, trabalho, faculdade e até química orgânica.
Lastimei não ter feito isso antes, perdi duas grandes parcerias pros passeios. Visto isso, fui ao meu quarto e comecei os preparativos pra a jornada até Paris.
Meu trem parte as 15hs daqui de Londres, chega em Paris lá pelas 18hs. Aqui são 11 da manhã e eu tenho quatro horas da mais pura diversão e entretenimento aqui na estação. Infelizmente, a bateria do laptop só vai durar 2hs.
Bom, como não tenho muito o que escrever, vou colocar então duas fotinhos aqui. Essas vão especiais pro Fraga.

JAGD\o/ Um dos diversos armamentos magníficos da Alemanha (Segunda Grande Guerra) dispostos no museu imperial mas, como veremos na foto a seguir...

OWNED!!! (6)
Havia um jovem casal, que falava numa lingua estranha, mas em inglês, conversavam com o cara do hotel sobre futebol e cricket. Resolvi me intrometer e falar com todos, na esperança que a lingua estranha fosse russo.
Bom, eram alemães, mas ainda assim boas pessoas. Passamos a noite conversando sobre as diferenças dos países... Inglaterra, Alemanha e..... Brasil...
Claramente em desvantagem tecnica por conta da má administração do meu país de origem, depois de um certo tempo consegui reverter a conversa para música, religião, trabalho, faculdade e até química orgânica.
Lastimei não ter feito isso antes, perdi duas grandes parcerias pros passeios. Visto isso, fui ao meu quarto e comecei os preparativos pra a jornada até Paris.
Meu trem parte as 15hs daqui de Londres, chega em Paris lá pelas 18hs. Aqui são 11 da manhã e eu tenho quatro horas da mais pura diversão e entretenimento aqui na estação. Infelizmente, a bateria do laptop só vai durar 2hs.
Bom, como não tenho muito o que escrever, vou colocar então duas fotinhos aqui. Essas vão especiais pro Fraga.
JAGD\o/ Um dos diversos armamentos magníficos da Alemanha (Segunda Grande Guerra) dispostos no museu imperial mas, como veremos na foto a seguir...
OWNED!!! (6)
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